2016: Encerramento de Ciclos; 2017: Responsabilidade e Respeito

Conforme a astrologia, um determinado planeta nos governa por um período de 36 anos. Em outras palavras, de 36 em 36 anos vivemos sob a dinâmica deste planeta e, portanto suas características se tornarão visíveis por todo este período.

O Sol, astro dos astros, está a nos reger desde 1981. E o que temos observado desde então?!?

Sim, isto mesmo, um mundo e seus habitantes preocupados com o brilho pessoal, voltados ao egocentrismo e à necessidade de pronta resolução dos desejos individuais. O Individualismo cresceu exponencialmente enquanto que o respeito aos outros foi esquecido. Nunca antes, tínhamos tido tanta a Exaltação do EU: “Meu Corpo, minhas escolhas”, “Eu quero agora, é meu direito/minha necessidade”.

Não é a toa, que elegmos nos últimos 2-3 anos as Selfies, como símbolo máximo de nossas representatividade pessoal e de nosso egocentrismo nas redes sociais.

O Sol representa a “criança interior” de cada um.E, também , por isto, que os bebês do milênio foram criados sobre a égide do mimo exagerado, tornando os pais incapazes de por limites em seus desejos: eles dormem quando querem, comem o que querem e interferem de modo negativo e totalmente questionável na vida de quem os cerca (as birras são um exemplo bem claro disto).

Sim, isto mesmo, acabamos criando crianças incapazes de demonstrar seus reais e verdadeiros propósitos, de forma respeitosa, criativa e adequada. A nova geração é orgulhosa e adora ostentar, se tornou prepotente e autoritária ao extremo. E, por que isto aconteceu? Bem, porque que os criou, talvez por culpa, tenha tido a necessidade de elogiá-los em excesso e de recompensá-los por tudo.

2016, ano 9,  é o ano de término do ciclo solar e também, segundo a numerologia, um ano de encerramentos. O que isto significa?

Que uma grande parte de nós vivenciou um sem número de momentos de perdas e renúncias, não é a toa que vemos nas redes sociais muitos de nossos amigos afirmando que não aguentam mais 2016 (um ano que nunca acaba).

Que fomos desafiados a nos desapegar de tudo o que era inconsistente.

Que muitos de nós tiveram uma sensação de angustia de viver, um vazio existencial, apatia, impotência, inatividade ou falta de um propósito; sentimentos e sensações que podem exigir a busca de um significado para a vida.

Que devemos nos aquietar e apreciar o impulso da mudança. Alguns de nós têm se perguntado: “O que vai ser amanhã? Como vai ser? O que eu vou fazer?” Bem, algo grande está vindo e aquietar-se e apreciar, não significa ficar parado, fazendo nada; mas, sim que devemos apreciar cada momento com o que nós temos naquele momento.

Em 2017, começa o ciclo de Saturno e com ele veremos a necessidade de impor limites (não é a toa que a Sociedade clama por Policiamento, Punição e Justiça), de perseverar frente às limitações, de ter paciência, de sermos firmes e responsáveis. A experiência, a competência, o esforço contínuo e disciplinado serão muito valorizados.

A dissolução do ego será a meta, trazendo mais responsabilidade ( a palavra Direito deverá ser trocada pela palavra Dever), rigor, severidade, justiça, e, também, o destaque e o reconhecimento através do trabalho duro.

Deus passará a exigir maturidade e responsabilidade, o amadurecimento espiritual será cobrado. 2017 será o ano da unificação, um ano de encontros e reencontros de almas.

Aos governantes será exigida uma postura menos vaidosa, mais séria, responsável e conservadora.

Os próximos anos serão de grande aprendizado:

  1. Não posso tudo o que eu quero, ou seja, querer não é poder!
  2. Minha liberdade termina onde começa a do outro.
  3. Aprender a olhar para dentro de si, para enfim descobrir o verdadeiro poder!
  4. Ultrapassar as barreiras da autopunição, da autonegação e da baixa autoestima, para quem sabe conseguir descobrir o seu verdadeiro potencial.
  5. A União faz a força! Mas, isto não significa que devemos abraçar e lutar por tudo e por todos, que temos que concordar com o que o outro diz quando não concordamos!
  6. O respeito, acima de tudo, é o que mantém a energia ativa e possibilita que possamos ir em frente de cabeça erguida.
  7. Não desperdice suas energias brigando para cegamente defender seus pontos de vista.
  8. A vida é a nossa grande mestra. Tudo o que nos acontece está de algum modo nos favorecendo, seja para nos melhorarmos, seja pra nos despertarmos da nossa zona de conforto, ou mesmo para adquirirmos alguma habilidade ou mudarmos algum aspecto. O propósito sempre o aprimoramento.

(Em construção)


Ser ou não Ser Charlie, eis a questão. Será mesmo?!?

Por Joséli Costa Jantsch Ribeiro.

Ser ou não ser Charlie, esta definitivamente não deve ser a questão! A questão é mais ampla: ser contra ou a favor da Liberdade de Expressão! Je suis Charlie não significa apoio ao que a revista expressa, mas representa o apoio e o respeito ao contraditório, à liberdade de expressão, ao direito que tem qualquer democrata republicano de defender, falar e escrever o que bem entender, sem se preocupar em contentar Gregos ou Troianos.

O que foi profanado em Paris, foi o verdadeiro espírito da república e do estado democrático de direito, expresso por Voltaire  “Não concordo com o que dizes mas defenderei até à morte o teu direito de o dizeres”.  a liberdade de expressão é um direito de todos nós, e defender o direito alheio é um dever de todos e a única garantia que temos de viver em uma sociedade livre e justa.

Portanto, parem de propagar por aí: que os cartunistas e as pessoas no mercado, nada mais fizeram do que fazer por merecer, pois quem colhe vento, semeia tempestades! O furo é bem mais embaixo, nenhum ser humano deve ter o direito de sair por aí matando os outros, só porque estes não comungam de seu ponto de vista religioso. Sim, pois nenhuma religião, quando corretamente aplicada e interpretada, pede aos seus fanáticos que saiam por aí matando pessoas. Pedem sim, que saiam professando palavras de amor e de união.

Ninguém aqui, em nenhum momento, está lhe obrigando a comungar das ideias subversivas (humor é subversão e jamis exaltação do Politicamente Correto) da Revista Francesa, mas sim estamos lhes convidando a resgatar seu senso de Humanidade, a se colocar no lugar das vítimas e refletir: será que a vida humana vale menos do que uma opinião contraditória e polêmica sobre qualquer assunto?

Foi, por tudo isto que a grande marcha francesa, a “A Marcha Republicana”, transformou-se em um grande aglomerado em Paris, onde mais de 1,5 milhão de pessoas (4,5 milhões em toda a França), se reuniram e protestaram pacificamente sem destruir coisa alguma.

A manifestação teve início Praça da República e em sua linha de frente estavam 60 líderes de governos (entre os quais: Hollande, Angela Merkel, Benjamin  Netanyhau, Ibrahim Boubacar Keïta, Mahmoud Abbas, Matteo Renzi e David Cameron, todos de braços dados e vestidos de preto), que demonstram enorme coragem (o policiamento em nenhum momento foi ostensivo, nem mesmo na proteção direta aos governantes, apenas 5.500 agentes estavam presentes), já que não haveria como evitar um ataque terrorista. A falta de Obama foi sentida e muito comentada, assim como a falta de todos os líderes latino-americanos.

Bem diferente, do que aconteceu na Terra Brasilis, onde mal e porcamente baderneiros conseguiram reunir cerca de 1 milhão de pessoas em todo território Nacional (2014), para protestar pelo acréscimo de R$0,20 nas passagens de ônibus. E, em 2015, apenas 500 pessoas para protestar contra um aumento de R$0,50.

Educação é isto, uns lutam pela manutenção de Direitos Fundamentais (liberdade de Expressão, Cidadania, etc) e outros (paus-mandados, massa de manobra) lutam por migalhas estatais. Os primeiros, pacificamente respeitando os direitos alheios, os demais deixando um rastro de destruição por onde passaram!

Parabéns aos Franceses que souberam como ninguém honrar sua bandeira e lutar mais uma vez por Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

Já aos brasileiros, desejo apenas algum dia desenvolvam o senso de Ordem e Progresso. Para quem sabe assim, aprenderem a Respeitar o Estado de Direito e lutarem pelo que realmente importa!

Agronegócio, seria ele o grande vilão?

Por Joséli Costa Jantsch Ribeiro

* Texto Publicado na edição Eletrônica, do dia 04/09/2014, do Jornal da Zona Sul.

Em tempos de Expointer, todos os candidatos, até aqueles partidários do MST, bem que tentam se mostrar amigos dos Produtores Rurais. Mas, por baixo dos panos a verdade é outra!

Desde o momento em que Marina Silva teve sua candidatura à Presidência da República confirmada pelo PSB, uma das principais preocupações de todos os brasileiros, com alguma noção de Economia, era qual seria o futuro do Agronegócio Brasileiro.

Hoje, o agronegócio é o setor mais importante da economia nacional, tendo até o presente momento atingido cifras de R$1,03 trilhão de reais, números estes que representam cerca de ¼ do valor total do PIB Brasileiro de 2013, que foi de R$ 4,84 trilhões. Ou seja, se não fosse por seus resultados, que ano após ano tem melhorado, ao contrário de outros setores de nossa economia, nem mesmo teríamos conseguido pagar parte de nossas dívidas.

Fico muito preocupada, ao ver pessoas, que se dizem cultas, espalhando por aí ideias mal embasadas sobre a tal vilania do agronegócio em relação à sustentabilidade ambiental, associando sua imagem, principalmente, ao aquecimento global.

No Brasil, temos observado nos últimos anos, um movimento pela busca de novas alternativas de produção agrícola, que não descartam o uso necessário de grandes áreas de cultivo e de criação de gado. Imaginem, se voltássemos aos tempos da agricultura de subsistência, seria impossível alimentar os mais de 200 milhões de brasileiros de nosso território.

Sim, o Agronegócio pode e deve ser sustentável e ecologicamente correto. Muitos de nossos produtores rurais, sabedores e estudiosos do tema tem aplicado em suas propriedades rurais a técnica da Integração de Culturas com sucesso.

Este sistema baseia-se na integração de culturas complementares; na simbiose entre as culturas empregadas, produtores, colaboradores e assistentes técnicos; e, na combinação e aplicação consciente de novas tecnologias e experiências. Se aplicado corretamente, há a dinamização da propriedade rural associada à minimização de riscos econômicos e ambientais.

Ambientais?

Sim isto mesmo, a Integração de Culturas, permite aos produtores rurais, de média e larga escala, a recuperação do solo e das pastagens degradadas, o manejo efetivo de plantas invasoras, a quebra do ciclo de infestação por pragas, a redução do uso de adubagem, o uso otimizado do maquinário agrícola (economia de combustível e diminuição da emissão de poluentes), entres outras vantagens.

E, como isto é feito? Bem, na grande maioria dos casos de sucesso no Brasil (RS, MG e MT), os produtores têm associado a plantação de arroz, soja ou de café com a plantação de árvores; e no caso do MT, a criação de gado mitigada com a plantação de árvores. A técnica de reflorestamento chega a lhes render até R$ 2.300,00 por hectare ao ano.

Por tudo isto, é chegada a hora de parar de demonizar nosso Agronegócio. A nossa Galinha dos Ovos de Ouro, necessita sim, de discussões conscientes, feitas por pessoas capazes de entender que grandes áreas de cultivo e de criação são necessárias e passíveis de ser ecologicamente sustentáveis!

O grande vilão aqui, sempre foi e sempre será a ignorância e a intolerância de algumas pessoas, que simplesmente não admitem a existência das Grandes Propriedades Rurais.

 

E agora, o que farão os Órfãos da Terceira Via?

Por Joséli Costa Jantsch Ribeiro

* Texto Publicado na edição Eletrônica, do dia 20/08/2014, do Jornal da Zona Sul.

Antes da trágica morte de Eduardo Campos, o representante da tão aclamada terceira via, opção de sistema de governo surgida da necessidade por Mudança, tínhamos um quadro político quase que definido para o terceiro turno: Dilma X Aécio e Dilma X Eduardo Campos. E, se com Aécio sendo vencedor do primeiro embate, não acreditávamos que seria possível uma real mudança; já com Campos eleito, muitos brasileiros passaram a crer que um Novo Brasil seria possível!

Entretanto, e infelizmente, a providência divina não quis assim!

Marina Silva (sucessora de Campos), até tem tentado personificar uma falsa persona inovadora, mostrando ao povo um lado um tanto quanto moderno (quase beirando a bizarrice), mas quem a acompanha e conhece a fundo o seu histórico de “lutas” sabe muito bem que ela, na realidade, representa o oposto disto, seu ideário político se apoia em um comunismo oportunista e falacioso, que não deu certo em nenhum lugar do mundo!

Marina, não governará para a sua Inovadora turma de Militantes (composta por uma maioria de universitários, brancos, com até 24 anos), que acreditam na Mudança prometida. Ela, os usará para angariar votos. E, quando vencer, se vencer, se bandeará para sua verdadeira origem: seus correligionários petistas acrianos, aqueles a quem ela nunca abandonou e que deram a seu marido Fábio Vaz, o cargo de Secretário Adjunto de Desenvolvimento Florestal, da Indústria, do Comércio e dos Serviços Sustentáveis, no Governo Tião Viana (PT). (Fábio justificou sua permanência no cargo até agosto deste ano dizendo que, muito embora, seja um crítico veemente do governo Petista a nível nacional, não vê a necessidade de entregar seu cargo, já que para ele o Governo petista do Acre é diferente). Marina é aliada do PT no Acre e guarda uma amizade muito próxima a Tião Viana e seu irmão Jorge Viana, ambos do PT.

Para aqueles que ainda duvidam do que estou dizendo, aqui vai um pouco do histórico de Marina Silva e de seus pensamentos:

*Sua primeira filiação político partidária foi no PRC (Partido Comunista Revolucionário), que propagava os ideais marxistas-leninistas dos primórdios do PT. Fundou a CUT no Acre, filiou-se ao PT. Foi Ministra do Meio Ambiente, cortou relações com governadores, empresários, investidores, e com Dilma Rousseff. Saiu do PT, foi para o PV, como nele não conseguiu impor seus ideais e nem virar uma grande expoente, decidiu finalmente criar o seu próprio partido: a Rede Sustentabilidade.

a) Ela levanta a bandeira da ética, da moral e dos bons costumes, mas pensando bem onde ela estava no início do escândalo do Mensalão? No PT! E, o que ela fez quanto a isto? Nada, não entregou seu cargo e nem pediu para sair do partido. Enfim, ela, em nenhum momento, achou que a corrupção de seus colegas fosse motivo relevante para romper com o partido.

b) Em 2003, foi alçada ao cargo de Ministra do Meio Ambiente do governo Lula e, sim, só pediu para sair do partido quando percebeu que iria ser trolada, pela então Ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, na corrida pela vaga presidencial. Ou seja, em outras palavras, ela saiu do partido por interesse próprio e não por divergência ideológica ou por contrariedade ao comportamento corrupto de seus companheiros de legenda.

c) Até mesmo Eduardo Campos, quase teve que comer o pão que o Diabo amassou, ao ver alguns de seus aliados mais importantes o abandonarem, depois de decidir-se por Marina como vice. E, não só isto, a aliança, não se provou tão boa quanto Campos esperava, acabou por fazê-lo perder votos no RJ, em SP, MG e GO.

d) A Aliança com Campos, era apenas transitória, assim como foi com o PV, afinal ela sempre pula fora, quando uma aliança não lhe dá o tão sonhado poder! Em nota oficial, publicada em 26 de junho, a Rede Sustentabilidade deixou claro, que com a homologação do Registro do Partido na Justiça eleitoral, seus militantes (incluindo Marina) vinculados ao PSB, viriam a se transferir para a legenda de origem, sem sanções partidárias.

E, para corroborar a fuga iminente, ela já se encontra inconformada com a possibilidade de ter que assinar uma carta de Compromissos com o PSB.

e) Ela de forma alguma abandonou o Pensamento Petista, muito antes pelo contrário, é uma das mais ferrenhas defensoras e apoiadoras do Decreto 8.243, o que instituiu a Política dos Conselhões Populares, instituindo na prática um Poder Judiciário Paralelo. Para ela, o que importa mesmo é que as ideias da militância passem por cima da democracia representativa constitucionalmente instituída. Aliás, Constituição, pra quê?

f) Ela é contra o Agronegócio. Sim, isto mesmo, durante seu Ministério deixou isto bem claro. Ela deixava de lado projetos de infraestrutura (“esquecia” pedidos de licenças ambientais), fazia de tudo para atrasar empreendimentos públicos e privados, perdeu-se inúmeros investidores.

E, como se não bastasse durante a votação do Código Florestal, uma de suas propostas (ainda bem que não foi adiante), obrigaria os produtores de grãos e carnes deste país a reduzir suas áreas de investimento. Como podemos acreditar que ela quer o melhor para o país, se este mesmo país é totalmente dependente do Agronegócio, posto que é ele que está a nos salvar da falência completa?

e) Alguém já se perguntou, o que diabos é a Rede Sustentabilidade? Pois bem, se o PV, anos atrás surgiu como a vertente politicamente correta e Light/Diet do PT; a Rede Sustentabilidade, nada mais é, do que a versão universitária, politicamente mais organizada e autoritária do MST/MTST.

f) Até 1997, era católica. Agora, pertence a assembleia de Deus. Católica ou Evangélica, nunca abandonou as ideologias marxistas de combate à livre economia, à propriedade privada e ao agronegócio.

g) Nas últimas eleições se declarou Neutra, deixando seus 20 milhões de eleitores sem saber o que fazer. Mas, ela entretanto, soube jogar muito bem, pois declarando-se neutra, ajudou a eleger Dilma!

Se Marina for eleita Presidente e colocar suas garras de fora, como há tanto tempo anseia, poderemos de vez entrar em um Estado Não Democrático, regido por uma presidente sem habilidades de negociação que, possivelmente, nos conduzirá a uma crise política sem precedentes.

Por estas e por outras, se eu fosse uma das órfãs de Eduardo Campos, estaria sim, me sentido num mato sem cachorros. Já que, votar em Marina pensando que alguma coisa mudará, é sim, trocar seis, não por meia dúzia, mas por uma dúzia inteira de xiitas intransigentes!

O ideário da Terceira Via se acabou e com seus órfãos ficaram as incertezas: apoiar Dilma e apostar na manutenção da situação atual; apoiar o PSDB e voltar ao “status quo” anterior ou quem sabe apoiar Marina e entregar o país ao comunismo falido e antidemocrático!

Cliente Riversides Shikki Madero é tratado assim…

Por Joséli Costa Jantsch Ribeiro

Diz a propaganda que “a vida é feita de decisões e que a cada momento fazemos opções que nos levam a um novo caminho….E, que o Riversides tem o privilégio de ser a escolha de centenas de pessoas.”

A rede inaugurada em 1992 sempre presou desde sua fundação por oferecer uma gastronomia diversificada e excelente. Entretanto, seu mais novo empreendimento, localizado na Zona Sul de Porto Alegre, O Riversides Shikki Barbecue & Asian Bistro, parece não estar muito empenhado em manter o padrão de qualidade, sofisticação e elegância dos outros empreendimentos da rede.

Desde sua inauguração, o Shikki vem lutando com problemas de atendimento, garçons mal treinados e a alta rotatividade da equipe são apenas alguns dos problemas do restaurante. Sou frequentadora regular do estabelecimento, mais na parte de Sushi confesso, no feriado do dia das crianças, fomos com um grupo de amigos jantar no Shikki…

Devo dizer, que naquela oportunidade, o atendimento se esmerou na arte de ser ruim, chegamos e fomos rapidamente estacionados em uma mesa, o garçom pegou os pedidos e mais de 30 min. depois as primeiras bebidas foram servidas e isto foi só o começo da saga que se fez mais ou menos assim:

1) As bebidas demoraram para ser servidas e ao final foram cobradas em duplicidade, fato este acontecido não somente naquele dia, mas também com outras pessoas com quem falei.

2) Como se não fosse suficiente o problema de termos que implorar para os sushimen cortarem sashimis, eles o fazem de extrema má vontade e em quantidade insuficiente. E, naquele dia, ainda por cima o salmão estava congelado e um dos sushimen estava trabalhando como dedo cortado! (Fiquei sabendo que um dos meus vizinhos passou 3 dias com infecção intestinal, após fazer uma refeição no Madero).

3) Assim, que sentamos pedimos 7 Temakis, jantamos e duas horas depois os Temakis ainda não tinham sido servidos, procurei o gerente e qual foi a resposta: Desculpe, mas estamos com problemas com os Temakis, mas aqui está um pires de Monte Fuji (uma cópia bem mal feita do Sashiburi, por sinal)…Hahaha, imagine a cena, um pires de Monte Fuji para 7 pessoas que ordenaram 7 Temakis e que mal conseguiram comer um pouco de sashimi. Fala Sério?Sem noção!

Se continuarem assim, o restaurante vai rapidinho deixar de ser uma extensão de nossas casas e passaremos a fazer nossos momentos em outros lugares, afinal não há custo-benefício que justifique este tipo de atendimento!

ENEM 2011: as trapalhadas continuam…Parte II

Por Joséli Costa Jantsch Ribeiro

Como se não bastasse o acontecido no Ceará, onde 14 das questões do ENEM 2011 foram copiadas pelos professores do Colégio Christus durante a aplicação do pré-teste e, após foram colocadas em apostilas de preparação pra o Exame, caracterizando-se assim vazamento de questões.

Hoje, descobriu-se que não foi só no Ceará que o vazamento ocorreu, em Minas uma das questões de Ciências da Natureza e suas Tecnologias constou, não “ipsis literis” (afinal o cursinho pré-vestibular Bernoulli foi mais esperto), de um simulado. A questão do caderno amarelo da prova de matemática foi copiada de modo inteligente pelo cursinho, que usou o enunciado do Enem para ilustrar exemplificadamente uma de suas questões.

Obviamente, tanto o cursinho em questão quanto o MEC negam a possibilidade de vazamento da questão. De fato, talvez neste caso não tenha havido vazamento direto das questões, mas para aqueles que não acreditam em coincidências, a pulga fica atrás da orelha!

O certo é que, a cada dia que passa, novas denúncias devam aparecer, denúncias estas que apóiem o pedido de anulação nacional da prova, que será encaminhado pelo Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais ao MPF, na próxima terça-feira. Segundo a Assessoria do Sinep: “Quando existe a quebra do sigilo em exame de escola particular, o MEC exige que a escola refaça e cancele o processo seletivo. Então o sindicado esta partindo deste principio. Nada garante que este pré-teste que aconteceu no Ceará vaze para outros estados”.

Até quando, nós brasileiros, aguentaremos de braços cruzados, que se tome a medida necessária ao bom andamento do ENEM: a demissão de Haddad!

Exame da Ordem: o único jeito é estudar!

Por Joséli Costa Jantsch Ribeiro

Não adiantou, após uma tarde tensa o STF decidiu por unanimidade pela constitucionalidade do exigência de aprovação no Exame da Ordem para o exercício da profissão de Advogado!

Foi uma vitória histórica e bem-vinda  para a sociedade em geral, pois além dos ministros terem refutado definitivamente a argumentação do bacharel recorrente, o fez magistralmente trazendo a luz definições sérias e substanciais, quanto a importância da atuação  OAB não só no Estado de Direito, mas para a sociedade em geral.

A constitucionalidade da prova não foi apenas mantida em relação a sua legitimidade legal, mas também com uma argumentação ampla e irrefutável, o STF manifestou-se pela importância social do exame, desqualificando assim qualquer chance futura da prova ser derrubada pelo Legislativo.

Como se não bastasse, a pura e simples manutenção da constitucionalidade da exigência da prova para os Bacharéis de Ciências Jurídicas e Sociais, os ministros ainda abriram portas para outras profissões (Medicina e Engenharia) criarem provas no mesmo padrão, uma vez que segundo o relator tanto o Direito, quanto a Medicina e a Engenharia devem ter provas de proficiência, pois são profissões que lidam diretamente com a vida humana, sendo seu mau uso capaz de produzir danos irreparáveis à sociedade!

Boa ministro, é isso aí!

Parabéns a OAB pela brilhante vitória e a todos os advogados que, assim como eu, passaram dias e noites inteiras estudando e foram aprovados no Exame!

E, aos Bacharéis em Ciências Jurídicas e sociais fica a dica: chega de livre exercício de jus esperniandi, o jeito mesmo é estudar!

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