A Course in Miracles

Queridos amigos e leitores:

Mais um ano está acabando e por sorte recebi este texto, maravilhoso, e gostaria de compartilhá-lo com vcs, afim de que possamos parar para pensar e quem sabe mudarmos de atitude em busca de algo maior e melhor…

Para então começarmos 2006 com o pé direito e o esquerdo também, rsrsrs.

Um Feliz Natal e um Maravilhoso Ano Novo a todos…

 

Helen Schucman ( Jesus Cristo )

 

“ Nada do que é real pode ser ameaçado. Nada do que é irreal existe. Nesta obra repousa a paz de Deus.”

Deus nos criou, logo somos filhos de Deus, feitos à imagem de Deus. Deus é amor; nós somos amor. Não precisamos tornarmo-nos amor, pois já o somos agora.

A programação e acondicionamento negativos do ego escondem esta percepção de nós. O ego negativo não veio de Deus, mas do mau uso do livre-arbítrio. A queda dos seres humanos começou quando as mônadas resolveram penetrar na matéria. Este fato não foi o causador da queda, mas a excessiva identificação com a matéria. Quando as mônadas começaram a pensar que eram corpos físicos e não seres divinos que habitavam ou usavam corpos físicos. Este conceito gerou a ilusão da separação de Deus, a separação entre irmãos. Depois veio a percepção do medo, do egoísmo, e da “morte” como reais. A partir dessas premissas, desenvolveu-se um sistema de pensamento baseado no glamour, fascismo, ilusão ou maya.

A mente gera o grilhão ou a libertação. É a mente e a forma de controlá-la que determina se alcançamos a libertação ou permanecemos agrilhoados.

Céu e inferno são lugares, mas antes são estados mentais. Quando o ego é o mestre e guia, estamos no Inferno. Quando a consciência da alma assume o posto de mestre, estamos no céu.

O absurdo do ego é: Deus nos criou e nós criamos o ego; porém, temos deixado que o ego seja a autoridade.

A tarefa de se livrar do ego é nossa. A nossa salvação depende de nós. Deus nos deu tudo. Nós nos separamos de Deus quando ouvimos o ego.

É tempo de assumir o controle da mente subconsciente e parar de deixar que ela nos faça de servo.

A mente funciona como o corpo físico. Se queremos ser sadios, precisamos comer alimentos de boa qualidade. Se ingerimos comidas estragadas, adoecemos. O mesmo vale para a mente. Pensamentos positivos nos trazem saúde mental, emocional e espiritual. Pensamentos negativos nos deixam enfermos. O controle da mente é obrigação nossa.

A lei mental reza que são necessários 21 dias para firmar um novo hábito qualquer na mente subconsciente. Após 21 dias, pensar com nossa mente crística será algo automático. Não será mais difícil, mas simplesmente um hábito.

O espírito nos aconselha a agir como mestre; o ego, como vítima.

Quando alcançamos o domínio sobre os corpos inferiores e sobre o ego negativo, nos harmonizamos com a alma, e no final, no momento da terceira iniciação, nos fundimos com a alma.

Daí em diante, adquirimos o toque de Midas, pois vivemos em harmonia com as leis de Deus.

A doença é uma defesa contra a verdade, pois a verdade é que, sendo Cristos, não podemos adoecer. Adoecemos porque acreditamos na doença e acolhemos pensamentos negativos.

O caminho espiritual é um processo. Não acontece de uma hora para outra. Num instante sagrado, podemos perceber plenamente que somos Cristo, que somos Deus; porém, esta iluminação precisa ser demonstrada e assimilada no plano terreno, e ainda partilhada com os outros.

O caminho espiritual não é uma subida direta até Deus. Envolve, antes, um processo de harmonização ascendente e depois a descida dessa consciência novamente à Terra. O plano sagrado de Deus é criar o Céu na Terra. Estamos aqui para espiritualizar o plano material, para servir de ponte entre espírito e matéria.

Todos somos filhos de Deus, logo somos irmãos. Se não vemos Deus em tudo e em todos, e sim como estranhos, estamos vendo com os olhos do nosso ego. Se alguém se aproxima em nossa direção, este alguém pode ser nosso Mestre favorito, não vamos distingui-lo de um mendigo, um balconista, um frentista, a sogra, ou qualquer pessoa comum.

Os Mestres também passaram por estas mesmas provações com as quais deparamos hoje. A diferença é de que eles não desistiram. “O santo é um pecador que jamais desistiu.”

É inevitável que todos os filhos de Deus acabem voltando para casa no final. Deus não perde esta batalha. É uma questão de tempo.

Não podemos nos irritar com nosso ego, pois ele não existe. É como se irritar com um sonho.

Não existem pecados, existem apenas erros. A definição de pecado é “errar o alvo”. Os erros são positivos, e não negativos. Não podemos nos desviar para cometer erros, mas quando eles acontecem, aprendemos com eles. Aprender a lição de um erro é encontrar uma pepita de sabedoria.

O perdão é a chave da felicidade. Precisamos aprender a perdoar a nós mesmos, a todos. Ninguém fez algo a nós, nós nos permitimos que tudo nos acontecesse. Nós atraímos esta coisa, para o aprimoramento da alma.

Devemos amar incondicionalmente. Inclusive os inimigos. Devemos aprender a ser mais maduros que os outros, praticar a percepção inocente e o perdão, pois aquilo que se dá é também aquilo que recebemos de volta.

O ego nos prega o amor ligado a condições a serem satisfeitas para merecer o seu amor. Magoando os outros não nos ajuda, também nos magoa.

Ou estamos amando ou agredindo, não existem pensamentos neutros. Num amor condicional, inconscientemente estamos agredindo.

Nossos pensamentos não estão contidos no nosso corpo físico, como que limitados por uma cerca. Do contrário que acreditamos, um pensamento ou sentimento atinge o campo energético das outras pessoas.

Pergunte: será que quero a Deus ou ao meu ego, nesta situação? Seja sincero. A prática conduz à perfeição!

O ego nos prega outra peça, nos fazendo acreditar que somos superiores ou inferiores a todos os outros. O espírito diz que somos iguais aos outros.

Não se compare a outras pessoas, pois este é o jogo do ego. Apenas se compare consigo mesmo.

Veja nas outras pessoas apenas o positivo, o bem e a inocência. O ego nos conduz ao contrário. Não procure defeitos nos outros, para não seres julgado também.

Porque reparas no cisco que está no olho do teu irmão, quando não percebes a trave que está no teu? ( Jesus ). Esta trave é a trave do ego.

Não veja chateações e problemas, mas sim ensinamentos e lições. Diante de dificuldades, diga “Não se faça a minha vontade, mas tua. Obrigado pela lição.” Tudo o que acontece é uma dádiva, é o que geramos no passado, para que possamos tratar de maneira adequada e correta.

Para se ter saúde psicológica, são necessários 2 coisas: tomar posse do nosso poder pessoal, e Ter auto-estima.

Se não tomamos posse do nosso poder, somos controlados por quase tudo: espíritos, outras pessoas, o clima, o biorritmo, as trevas, o ego, pensamentos, etc.

“A mente ociosa é a oficina do diabo.” O poder pessoal se consegue com auto-disciplina. Temos que ser decididos, e não ficar sobre o muro. “Ou pesque ou jogue fora a isca.”

O ego nos ensina a não dar o que temos de graça. Mas para Ter tudo, dê tudo a todos. Negar algo a alguém é negar a Deus.

Só existem duas emoções: o amor e o medo. O amor provém do espírito; o medo, do ego.

Se você agride, terá medo, pois esperará que outros também o agridam.

Temos que enxergar que a agressão é sinal de medo, e isto indica falta de amor e de auto-estima.

“O perfeito amor lança fora o medo.”

O passado, o que é? Pense. O que significa? É uma lembrança. São imagens, pensamentos. E o futuro? Da mesma forma.A única realidade é o agora. Não podemos nos transformar em vítima do passado ou do futuro inquietante.Recupere as lembranças positivas, contemple as pepitas de sabedoria que os erros lhe proporcionaram, e libere o restante. Quanto ao futuro, planeje-o de forma construtiva, criativa e benéfica, e deixe o resto nas mãos de Deus.

Os relacionamentos mais importantes são: em primeiro lugar, consigo mesmo, e em segundo lugar, com Deus. Pois se nos relacionamos de forma errada conosco, deixando o controle ao ego, vamos projetar tudo de maneira equivocada, inclusive a relação com Deus.

Esta é a causa de Deus irado no Antigo Testamento. O conceito de pecado original, o de que somos vermes, etc. proveio do ego dos fariseus.

É a história do telefone sem fio. Os Mestres diziam uma coisa, e os discípulos com seus egos, interpretavam e distorciam completamente a mensagem. Não é julgamento, é fato.

Buda dizia: “Todo sofrimento provém de nossos apegos.” O ego é atraído pelo apego. O espírito orienta a ter preferências.

O apego e a obstinação em relação às coisas nos deixa deprimidos, com raiva ou irritados, se as expectativas não forem satisfeitas.

A preferência é uma atitude que deixa feliz em qualquer dos casos.É importante ter preferências e favorecê-las. Mas é importante estar preparado, se não se realizarem, para ainda assim ficar contente.

Temos que vencer a dualidade. Manter o equilíbrio. Não pensar em lucro e perda, prazer ou dor, doença ou saúde, vitória ou derrota, elogio ou crítica, tempo bom ou ruim.

Em algum ponto de nossa jornada, todos os que buscam o caminho espiritual passam pela iniciação de Jó.

Qualquer um pode crer em Deus quando as coisas vão bem; mas quando as coisas não vão bem e todo o apoio exterior é retirado?

Considere o que Jesus suportou. Por piores que sejam as situações, podemos desafiar-nos a manter a fé e a retidão.

Devemos nos manter otimistas sempre.Se somos otimistas, numa situação ruim, podemos até desanimar, mas logo recuperamos a alegria. Se somos pessimistas, numa excelente situação, podemos até ficar felizes, mas logo voltamos à depressão.Espalhar alegria e felicidade é um dos propósitos da vida.

O propósito do ego é buscar o prazer, a satisfação carnal, o poder e controle sobre os outros, a riqueza material. Mas não o controle sobre si mesmo.

“Que aproveitará ao homem ganhar o mundo inteiro mas arruinar a sua vida?”

O propósito espiritual é liberar-se da roda da reencarnação, conhecer a Deus, tornar-se um mestre ascensionado, ser útil à humanidade.

“O maior dentre todos é o servo de todos.”

Seja feliz, de maneira coerente com o crescimento espiritual.

O ego nos ensina de que nunca há o bastante, de que tudo nos falta. Nos ensina de que o dinheiro é a raiz de todo o mal, ou a resposta para todos os problemas. O ego é odiento por natureza, e nos diz que não merecemos prosperidade, nos coloca a culpa, nos desvaloriza totalmente.

O espírito é pródigo, que existe fartura e de que não é necessário competição negativa.O dinheiro em si é divino, a forma de usá-lo determina se ele é bom ou mau. O espírito orienta a multiplicar o dinheiro com o intento de promover mudanças na Terra com propósitos espirituais.Há muitos milionários com mentalidade de pobre. Estes temem perder a fortuna. Se cultivassem a mentalidade adequada, não se inquietariam diante da idéia de perder a fortuna, pois sabem que a reconquistariam.

O ego acredita na morte porque acredita que você é o corpo físico, e não a alma que habita o corpo físico. Mas o ego tem sua razão: o corpo físico vai morrer.Quando a missão deste corpo se encerra, nos transportamos a outra dimensão da realidade, natureza da qual será determinada pelo aprimoramento que a alma alcançou nesta vida.A morte é uma ilusão, assim como tudo que o ego diz.

Dependendo da interpretação que o ego dá à vida, advém o sentimento de raiva. O apego e o vício, quando não são satisfeitos, provocam raiva e irritação. O fato de não entendermos que o que ocorre conosco é uma dádiva, uma lição, um teste, também ocasionam raiva e depressão. Quando não nos protegemos, expomo-nos às energias negativas das outras pessoas, também sentimos raiva. E outra coisa da raiva é quando perdemos o controle pessoal, o poder pessoal, o auto-domínio, caindo na mentalidade de vítima por dar ouvidos ao ego, expressamos raiva ao tentar retomar o controle.A depressão é causada pela desistência, quando desistimos de algo. A coisa mais importante é nunca desistir, a perseverança leva ao sucesso. Precisamos ser tenazes, mesmo que seja necessário um “sofrimento paciente”.

O ego sempre tende a desprezar as pessoas e a vida. Mas depois do orgulho, vem a queda. A atitude espiritual é de gratidão, reconhecimento, humildade e reverência.Se temos deficiências e limitações momentâneas, concentre-se naquilo que você pode fazer e não naquilo que não pode. Deus nunca dá mais do que se pode suportar.

Quando uma relação de amizade acaba, o ego interpreta como perda ou ganho, com um rejeitando e o outro rejeitado. Mas não há vencedores e perdedores, apenas vencedores. Temos que entender que o relacionamento não foi criado para durar mais, são ambos vencedores.

Sentimo-nos culpados pelos erros – ou pecados. Mas esta sensação é induzida pelo ego. Mas não há necessidade de punir-se a si mesmo; erramos e vamos aprender com o erro. Somos perdoados. Somos sempre inocentes.Ore para o Espírito Santo, à alma ou a Deus, para que as conseqüências e resultados sejam desfeitos, e não precisa mais se inquietar por conta disso.

A atitude do ego é ou tomar posse do poder e controlar, jamais rendendo-se a Deus, ou render-se totalmente a Deus, enjeitando todo poder e responsabilidade.

Mas devemos tomar posse de nosso poder, para não ser dominado pela mente subconsciente, e é fundamental render-se a Deus e à alma ou mônada, que assume o posto de mestre.Assim, as três mentes passam a funcionar em integração, equilíbrio e harmonia perfeitas.

A sensibilidade do ego é a tendência a nos sentirmos magoados, rejeitados, humilhados, ou inferiores em momentos em que não existe razão visível para tal. Isto ocorre devido à falta de poder pessoal e de auto-estima, da ausência de auto-proteção, ou por haver o devido relacionamento com o eu e com Deus.

Quando estamos equilibrados, não sentimo-nos magoados. Somos mais desapegados, não permitimos que os outros determinem as nossas emoções. Não revidamos agressões, apenas respondemos.

Quando sentimos insegurança, buscamos segurança fora de nós mesmos, em outras pessoas, posses, casas, dinheiro, etc. É outra armadilha do ego.

Nos sentimos só, porque o ego nos faz buscar a inteireza em outras pessoas. Mas não estamos só, pois somos inteiros dentro de nós mesmos, temos Deus dentro de nós.O mesmo vale para o sentimento de abandono.

O ciúme ocorre quando não cultivamos relacionamentos corretos conosco mesmos e com Deus, e acabamos medindo forças com outro competidor. O espírito declara sua preferência no relacionamento e entrega-o nas mãos de Deus.

 

Atitudes do Ego                             Atitudes do Espítio

Agressão, medo                         Amor

Rancor                                     Perdão

Competição                               Cooperação

Culpa                                       Inocência

Luta contra o universo                Aceitação dos desafios

Pessimismo                                Otimismo

Insegurança                              Autoconfiança

Vitimização                                Mestre

Guerra                                      Escola

Sofrimento                                Alegria e felicidade

Pecado                                     Erros

Apego                                      Desapego envolvido

Preguiça                                   Disciplina

Lei da Selva                              Cada um colhe o que semeia

Exigente                                   Solicita

Dar é perder                              Dar é ganhar

Roubar é ganhar                         Roubar é perder

Piloto automático                        Vida consciente

Governado por lembranças do        Centramento no agora/presente, passado e medo do futuro

Solidão                                      Inteireza em si mesmo

Fofocas                                     Ficar calado, sem julgar

Preocupação com a opinião           Direcionamento interior dos outros

Preocupação e ansiedade                       Fé, confiança no Eu, no Poder Superior

Inveja                                       Alegria com a fartura dos outros

Doença                                     Saúde perfeita

Arrogância e orgulho                    Humildadae, reverência e gratidão

Busca o defeito                           Anima os outros

Dispersão                                   Concentração

Agressividade                              Convicção

Rudeza                                       Delicadeza

Altos e baixos emocionais               Estabilidade emocional

Tédio                                          Entusiamo

Amor Condicional                           Amor incondiocional

Rejeição                                      Aceitação

Mundo cão                                   Escola de evolução espiritual

Intolerância                                  Tolerãnica

Conflitos                                       Paz

Ilusões                                         Verdade

Hipocrisia                                      Honestidade e coerência

Desespero                                     Esperança

Agir na defensiva                            Agir abertamente

 

 

 

Algumas armadilhas e ciladas no Caminho:

Esperar que Deus e os Mestres resolvam todos os seus problemas

Viver no piloto automático e relaxar a vigilância

Ler demais e não meditar o bastante

Pensar que precisa ser um canal para outras vozes ou ver ou experimentar toda espécie de fenômenos mediúnicos a fim de se tornar espiritualizado ou ascender

Forçar a elevação da kundalini

Forçar a abertura dos chakras

Pensar que o seu caminho espiritual é o melhor

Julgar as pessoas em função do nível de iniciação que alcançaram

Partilhar seu nível “avançado” de iniciação com outras pessoas

Contar aos outros o “bom trabalho espiritual” que você faz, em vez de simplesmente recolher-se na sua humildade

Considerar a Terra um lugar terrível

Deixar-se enredar pelo glamour e ilusão dos poderes psíquicos

Apegar-se ou desapegar-se demais às coisas

Denegrir outros grupos espiritualistas ou metafísicos, em vez de buscar o trabalho conjunto

Usar suas crenças espirituais para gerar divisão, elitismo ou uma condição especial indevida

Tornar-se fanático demais por suas crenças

Pensar que precisa sofrer na vida

Ser um mártir do caminho espiritual

Precisar controlar os outros

Ter ambição espiritual

Ter necessidade de ser um mestre

Ser hipersensível ou duro demais

Ser um salvador

Servir para acumular mérito espiritual

Ser famoso

Pensar que precisa encontrar a alma gêmea, ao invés de encontrar a alma e a mônada próprias

Buscar orientação em médiuns e não confiar na própria intuição

Fazer do caminho espiritual um simples interesse e não o “fogo consumidor”

Perder tempo demais com coisas fúteis

Culpar a Deus, ou aos Mestres, por causa dos próprios problemas

Comparar-se com outras pessoas

Pensar que ser pobre é ser espiritualizado

Assumir o papel de vítima

 

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1 comentário (+adicionar seu?)

  1. Gilberto
    dez 01, 2005 @ 16:08:28

    Quanto tempo que cá não venho, mas os textos e assuntos continuam ótimos!Bem, quanto ao cadastro de usuários da internet vem apenas concretizar o sonho neo-liberal de controle. Estamos vivenciando um início de tempos que talvez seja o comunismo às avessas! Controles de compras e gastos são detectados por conta-corrente, cartão de crédito. De ligações pelas contas telefônicas. Isso sem contar as diversas câmeras espalhadas pelas ruas. Muito desses controles vem escamoteado pela falsa impressão de segurança. Mas na verdade nossos governante pouco estão interessados realmente em garantí-la! Não existe sistema de governo perfeito, mas não é por isso que precisamos deixar de termos um Estado uma Nação! A ideologia neo-liberal é de acabar com a Nação. O ser humano fixará suas escolhas mediante o controle e interesse de grandes coorporações!É isso que queremos? Fazemos algo para ser o contrário?A lei brasileira é frágil quanto ao direito virtual. mas o controle de usuários é a solução? o que serão feito com os dados? o quem servirá? como serão utilizados?bem …como é espírito de Natal, que lembremos do aniversário daquele que veio ao mundo para nos libertar e que a paz, a fraternidade e a comunhão reine em nossos atos e corações!Abraços!

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